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Sexta-feira, Novembro 10, 2006 { 9:23 PM }
Porque a minha fase anal foi produtiva. ;D boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Domingo, Novembro 05, 2006 { 4:22 PM } Informativo especial: Postado por mim, a Bia. Tenho a triste missão de informar que agora somos só três vovozetes. Acotece que a Baiana explodiu depois de comer 3 pratos de feijoada com pimenta e nos deixou sós. Estamos de luto. # lero-lero: Sábado, Novembro 04, 2006 { 1:27 PM } Post babaca feito pela babaca maior! É que este sábado triste, sem mamãe me entupindo de comida, com a bia passeando com a família dela, elisa tocando com a lara em algum lugar e elga se deliciando com sua família em ubá, eu fiquei brincando de fazer gif. Mas o programa que eu peguei é shareware. Então fica essa faixa tosca aí. Mas o que vale é a intenção. Ou não. Como diria Caê... hehehe!
é isso. Beijos! Bom fim de semana! boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Domingo, Setembro 24, 2006 { 6:11 PM } Estudantes de jornalismo do 4o período, tivemos neste período passado aulas de essencial necessidade para o pleno exercício de nossas atividades profissionais. Foi com muito suor que nos dedicamos à arte de estudar, desafiando o tempo em busca de uma melhora do nosso intelecto. E foram muitas técnicas. Fizemos um excelente diálogo entre as matérias, em uma composição acadêmica excelente. Em uma troca sem fim de cultura, apuramos todo o nosso desenvolvimento neste contexto e o inserimos em nossa vida. O dia deixou de ser apenas uma manifestação social rotineira, tornou-se palco de um incentivo à arte, onde encontramos o belo e o sublime em harmonia com nossos corpos e almas, em uma junção sólida, porém efêmera. Essa subjetividade em nossa vida, em nossa carreira, em nosso curso, mesclada com todo o potencial aprimorado nestes 3 semestres cursados, juntamente com o esforço conjunto e pessoal para uma atuação decente no campo profissional escolhido fizeram surgir neste mundo amargo devido às manifestações medíocres e ocas a prática de horas de estudo em um cenário real. As prazerosas e culturais aulas de Fotojornalismo, as quais assistiamos fielmente e aprendemos técnicas de cores, ângulos, composições e tudo mais que tange tal assunto, criaram em nós a capacidade de exercer com maestria a arte de capturar imagens. Surge, assim, o fotolog: http://www.fotolog.com/vovodeferias Em sua série Clowns, faz-se um paralelo entre o personagem circense e os estudantes universitários, em uma clara alusão ao desenvolver do movimento estudantial, Dce, atitude, piscina, ousadia. Férias e seus filhos. Faça a revolução. boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Quinta-feira, Setembro 07, 2006 { 9:47 PM } Essa é a primeira vez que posto aqui. ESTAMOS DE FÉRIAS! VIVA! Espero que gostem: boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Quarta-feira, Agosto 23, 2006 { 12:30 PM } Bia, em tons laranjas super discretos, Elisa, dispensando maiores comentários, Baiana, com queimadura de sétimo grau nas bochechas, Elga, fantasiada de balão em prol da paz. Recordar é viver A festa da última sexta-feira, dia 18 de agosto, na ilustre Casa da Vovó sacudiu poeira. Literalmente. O cheiro de mofo e naftalina era sublime, em um potencial de sensibilização suprema, melhor do que qualquer fragância desses perfumes atuais. Em um honroso painel instalado na parede do Salão Principal de Baile, várias celebridades espiavam as coreografias que a memória dos presentes insistia em preservar. Assistiam às danças: Professorinha Helena, Chiquititas, Bebeto, Twister, Shakira (a versão morena, obviamente!), Madonna, Spice Girls, Backstreet Boys, Outras Boys Band que não lembro quais, Rodriguinho (do Travessos, antes que vocês corram para o Google!), Aqua, No Doubt e, como esquecê-la, Cher, a musa! Para beber, nosso velho e bom Ponche, refrigerante, cachaça e cerveja em abundância em perfeita combinação com o tão querido Gula Chips! Os brotos estavam supimpas! Ah, chega de texto, mostro-lhes algumas fotos! É ou não é de arrebentar a boca do balão? E então? Com saudades de Baila Comigo, do Dominó? De Believe? Das performances de Jackson? Prepara a buzanfa, ordinária! Vocês querem dançar twist? Nããããão ! Vocês querem dançar valsa? Nããããão ! Então o que vocês querem dançar? Xu Xu Xu ! Xa Xa Xa! Deixo um beijo pra minha mãe, pro meu pai e especialmente para você. E outro pro pessoal da Boca, grandes amigos! boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Domingo, Julho 30, 2006 { 6:57 PM } Catando os Cacos x Mexicanas A tensão para este confronto já existia desde que a chave foi anunciada. O time Catando os Cacos tinha mostrado no sábado como sabia jogar, largando um placar eufórico nas meninas de Biologia. Mesmo com essa superioridade conferida, o time Mexicanas entrou em campo com força e esperando um resultado bom. A partida começou com a formação Lupita no gol, Thalia e Maria do Bairro na zaga e Usurpadora e Marimar na frente, até porque estas eram as únicas integrantes presentes... As reservas Paola, Guadalupe e Maria Joaquina apareceram um pouco depois e as duas últimas entraram em campo para ajudar o time, que, apesar de abrir o placar com um gol de Marimar, sabia que as adversárias em pouco tempo mostrariam seu potencial. Orações foram feitas a mando de Maria Mercedes, que não compareceu a nenhuma partida por estar viajando, mas promete participação no jogo de sábado. Dulce Maria, enquanto isso, repousava em casa. O machucado do jogo do dia anterior deixou severos hematomas, obrigando-a a não jogar. Durante o jogo percebia-se a presença precisa de Lupita no gol, com excelentes defesas. Thalia precisou ser substituída ao ser atacada impiedosamente. Sim, caros leitores, o jogo foi tenso! Usurpadora levou rapidamente um cartãozinho amarelo, mas continuou mostrando que domina bem o que faz. O joelho de Maria do Bairro ainda não foi encontrado, assim como seu braço direitoe seus pés, quase perfurados em uma disputa de bola que levou a jogadora ao chão - e aos prantos. Lágrimas também derrubadas em chão mexicano devido a uma defesa de rosto feita por Lupita. Não disse que foi tenso? O jogo terminou em 7 x 2. (Gols de Marimar e Usurpadora).As jogadoras já pensam na próxima partida onde só a vitória interessa. Com este jogo, aprendemos que as táticas mexicanas nem sempre funcionam, portanto estamos entrando em contado com uma técnica chinesa para melhorar nossas entradas nas bolas. Hyakuretsukyaku nelas! Arriba, muchachas! Desanimar, jamais! Mensagem final: Doe sangue. boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Sábado, Julho 29, 2006 { 7:39 PM } ![]() Mexicanas (Jornalismo) X Dirnamaca (Direito) Enfim, a estréia. A formação inicial do time: Apesar de sua formação esportiva cavalar, passando pelo vôlei, atletismo, natação, basquete, tiro ao alvo, peteca e gude, Lupita encontrava-se no gol. Tal posicionamento se justifica pelo problema mais comum de todos atletas: o joelho - esta maldita parte do corpo humano que possui ligamentos que estabilizam a articulação, auxiliados pelos meniscos, que estabilizam o joelho, e amortecem as cartilagens, absorvem os impactos e choques. Duas zagueiras. Thalia, mesmo com duas costelas a menos, mostrou o futebol arte, fez da quadra um palco e do jogo, um baile. Suas jogadas pareciam até mesmo passos de dança. Com precisão, tirou várias bolas do adversário, devidamente arremessadas para a lateral, criando, com essa sua tática, a formação de três escanteios consecutivos (ou foram mais?). Maria do Bairro também apresentou uma marcação ativa. Quanto aos passes, ela arriscou. O melhor passe foi para a atacante do time adversário. Um luxo. Na frente, Usurpadora mostrou o desenvolvimento esperado. A bola em seu pé fica maleável, tal é sua amizade com o objeto oco e esférico. Houve reclamação apenas pela Vovó Piedade, que lamentou a falta de tequila... Tivemos também a presença de Maria Joaquina. Em uma exibição bonita do nosso futebol grandioso. Aposta-se que a Professora Helena aprovou a sua determinação. Quanto a sua relação com a bola, sua coleguinha Laura apenas declarou que achou aquilo tão romântico! Praticamente todas jogadoras entraram em campo nas numerosas substituições. E mais bela entrada em campo ficou por conta de Marimar, que, encantada com o fato da bola estar voando pelo campo, não se conteve e fez um mimo com suas mãos. Cartão amarelo... Santa Guadalupe estava presente no espírito da equipe. O entrosamento mostrou grande evolução desde os primeiros treinos, o que faltou foi finalização. Grandes foram as chances das Mexicanas mostrarem no placar o que se via no campo - era evidente que o time possuía mais jogo do que as adversárias. Infelizmente a bola cismava em não entrar e a goleira adversária quando não estava derrubando uma das jogadoras mostrava um bom desempenho. Neste curto relato desta formosa tarde de sábado, deixo aqui minha esperança de um bom jogo amanhã. Arriba Muchachas! Em tempo: Vocês já viram como a Maria Joaquina da novela está atualmente? boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Terça-feira, Julho 18, 2006 { 7:15 PM } Era um dia 7 - sempre esse número! Baiana e Lara partem em direção da Veterinária. Era lá que ele se encontrava. Sim, era lá que morava o futuro membro da família. Ele, com seus olhos verdes sujos estrábicos, seu pelo preto com charmosas mechas brancas. Seu miado quase latido. Atravessou a reta da UFV em uma caixinha de papelão e chegou em seu novo ambiente: a acolhedora Casa da Vovó! Uma grande dúvida reina entre as moradoras. Não, não era sobre sua raça. Não, não era sobre sua ração. Não, não era sobre a existência de um orifício anal mais feio do que aquele. A maior dúvida era: Que nome terá tal criatura de Deus? Preto? Negrito? Gato? Pingüim? Salém? Matusalém? Ludovico? SHOYO? Sim! Será shoyo. Ou seria CAFÉ? Sim, será café! Não. Não. Precisamos de um outro nome. Mas... Qual? Em uma assembléia extraordinária, reuniram-se Baiana, Elisa, Elga, Bia e Clarice, sentadas no chão da sala, escrevendo nomes para um posterior sorteio. Eis que o nome SHOYO vence e, portanto, ele passa a se chamar ELVIS! Companheiro fiel, principalmente nas horas em que o alimentávamos, Elvis sentia nossa falta - coincidentemente com a falta de ração em seu sofisticado pote de louça importado. Aos poucos foi desfazendo a imagem de gato chato, anti-social, remelento e cagão (mentira, ele jamais desfez a imagem referente a este último adjetivo!) e tornou-se o símbolo maior de amizade e proteção. Sim, proteção. Desde a chegada desse novo habitante nenhum rato ousou encarar a fera felina! O gato, anêmico e com verme, mostrava um talento para as artes circenses, fazendo estripulias e detonando a cadeira da Bia. Devido ao seu problema eterno - aquele que me fez abrir parênteses neste texto - tivemos que acostumá-lo com o quintal da casa. Tudo certo. Pela manhã, ele circulava feliz e serelepe pelo além quintal, e pela noite ele voltava a ser Elvis caseiro. E foi assim que bordamos essa linda história de amor... Eis que veio a chuva. E com ela, foi-se o Elvis. =( Nenhum sinal, nenhuma resposta, nada mais foi relatado sobre tal ser, a quem tanto dedicamos carinho, amor, chutes não intencionais e palavras de baixo calão! Surgiu, então, neste macabro dia, o movimento "VOLTA! VEM VIVER OUTRA VEZ AO MEU LADO", também conhecido como "ELVIS NÃO MORREU!". Tal celebridade anda desbravando essas terras cruéis deste mundo porco capitalista na esperança de fazer deste lugar um mundo melhor! E este post é apenas para mostrar o quão importante este bichano é para nós. E para Viçosa. Para o Brasil. Para o MUNDO! Avante, Elvis! Você é eterno! E assim, no silêncio da noite, uma lágrima escorre pelo meu rosto... snif... snif... =~~~ boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: Sábado, Julho 15, 2006 { 11:00 PM }
No primeiro post, apresento para vocês tal respeitosa residência e as mais respeitosas ainda moradoras! A casa situa-se no topo de uma ladeira, que contribui para tonificarmos nossos glúteos e pernas. Possui uma arquitetura clássica, de cor rosa bebê chorando em completa harmonia com o verde-algas-do-fundo-do-pacífico dos 17 degraus de escada obrigatória para o acesso principal. O teto é alto e possui um forro em tons degradês de branco, semi-branco e nada-branco. As paredes são fofas, em perfeita sintonia com as tábuas de madeira do chão. Janelas grandes inspiradoras. No primeiro iglu, digo, quarto, hospeda-se Bia. Seu quarto era uma das salas da casa, que, graças ao trabalho de Seu Antônio, pintor e sábio, virou um belíssimo quarto com paredes de gesso. A mãe desta casa, prepara deliciosos quitutes, dá bronca e acerta tudo. Seu conhecimento em eletrônica é invejável além de possuir um vasto acervo de filmes clássicos de sessão da tarde. Chame-a para uma partida de xadrez, com Gula Chips e ao som de Dave Matthews Band. Futebol? Só se for sobre as Mexicanas. Seu quarto possui uma decoração pós moderna, com decorações ousadas, como o vasto material têxtil espalhado pelas gavetas abertas, cama, escrivaninha e chão. É o orgulho de Paracatu e a melhor do Brasil. No quarto frente ao da Bia, tem o da Elga. Excesso de glaça nunca é ploblema, não é mesmo? Teorias inclíveis surgem desse cérebro! Para ela, Marisa, assim como o Elvis, não morreu. Na casa, é uma das filhas gêmeas. Mas, vale ressaltar, ela é a mais nova. Alguns segundos, mas é. Possui uma inclível vocação para a dança, um talento formidável para passos inusitados! A filósofa da casa, possui um acervo de máximas que, se seguidas, podem transformar a vida espiritual do discípulo. Entre tulipas, lírios e azaléias, pula por aí, provavelmente cheia de risos sem motivos! Sua irmã gêmea fica bem ao seu lado, no quarto reversível a salão de festas. Elisa é a artista da casa. Pinta, escreve e toca. Sempre espontânea, surge com danças estranhas. Prestativa, divertida, animada... uma lista de qualidades pode surgir facilmente. Entre um livro e outro, entre um cd de música brasileira e outro, encontra-se a menina que envolve a casa em seu fantástico mundo. No último quarto, mora o pai da casa. Baiana é prestativa e responsável (ao menos, comparada com as anteriores). Paga as contas, abre vidros sem delicadeza e joga bola. É chata quando o assunto é comida - ao menos parou de comer o treco fedido com tomatinho. A que mais freqüenta as aulas, prepara resumos antes das provas. No seu quarto, pode estar escrevendo ou ouvindo alguma banda com um nome estranho - e som mais estranho ainda. Essas quatro mocinhas moram juntas desde o dia 22 de março. Uma família feita por opção. boca no trombone por Casa da Vovó # lero-lero: |
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